Abertura do 2o Festival de Música Indígena

Abertura do 2o Festival de Música Indígena em Belém do Solimões

SÃO FÉLIX DE CANTALÍCIO – 18 de maio

São Félix de Cantalício

São Félix de Cantalício

São Félix desenvolveu sua atividade em Roma no século da reforma protestante, juntamente com vários outros santos: Inácio de Loyola, Francisco Borgia, Luís Gonzaga, Pio V, Carlos Barromeu, Filipe Neri, Camilo. Todos conheciam e amavam o santo esmoleiro que era uma característica das ruas de Roma. São Félix pertencia ao mais novo ramo da família franciscana, a Ordem dos Capuchinhos, podendo ser definido como a personificação do primitivo espírito franciscano: pobre, sempre com a mente em Deus e cheio de amor seráfico.

Nasceu de uma família humilde de lavradores do Vale do Reatino. Ainda jovem ouviu o chamado de Deus, ao qual não respondeu. Depois de um acidente quase mortal ocorrido no trabalho da roça, decidiu-se e assim, com quase 30 anos, ingressou na Ordem dos Capuchinhos para seguir o Crucificado na rigorosa vida franciscana.

Desde o começo foi um frade enamorado da pobreza franciscana e em sinal disso, vestiu um saco como batina até idade avançada; não usava sandálias e, às vezes, os pés deixavam rastros de sangue nas ruas de Roma que o viram todos os dias, durante quarenta e dois anos, com um saco nas costas pedindo esmolas para o convento. Observava rigorosos jejuns, comendo apenas alguns peda­cinhos de pão e acrescentava cruéis flagelações noturnas. Com tudo isso, era a humildade e modéstia personificadas; se definia o jumento do convento.

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SÃO LEOPOLDO MANDIC – 12 de maio

Nasceu a doze de maio de 1866 em Castelnovo, uma vez terra turca e atualmente terra  da Iugoslávia; de família pobre, último de doze irmãos, tão magrinho e raquítico que deixou poucas esperanças de sobrevivência. Desde criança amava Deus em todos, acima de todos e todos em Deus. Aos 16 anos partiu para o seminário de Údine e dois anos depois, para o convento do noviciado em Bassano del Grappa. Frei Leopoldo, mesmo não muito sadio, enfrentou com coragem a vida capuchinha, não poupando nenhum esforço seja durante o noviciado, seja durante os estudos teológicos.

Em vinte de setembro de 1990 é ordenado sacerdote. Daquele dia em diante tinha nas mãos um instrumento de imenso valor: o poder de perdoar os pecados. Demora alguns anos em Veneza como confessor, depois é enviado a diversos conventos da província religiosa. Os superiores sabiam que dele podiam dispor livremente, e ele aceitava ser transferido como bem lhes parecesse justo. Não pensava em si, mas somente no bem que podia fazer. Com seus penitentes era mais um amigo do que um juiz, e esta amizade que se criava, durava a vida toda.

Frei Leopoldo atraía amigos com a sua bondade, uma bondade exagerada segundo alguns, mas ele indicava o crucifixo e dizia: E Ele então? Ele chegou a morrer pelas almas! E se encorajava a ser ainda mais rico de bondade e de coração para com seus penitentes amigos, mesmo com prejuízo para a sua já fraca saúde. Continuar a Ler »

SANTO INÁCIO DE LÁCONI – 11 de maio

Santo Inácio de Láconi

Santo Inácio de Láconi

Nasceu no povoado de Láconi, na ilha de Sardínia, no ano de 1701, filho de agricultores, que com dificuldade sustentavam nove filhos.

Foi criado sem instrução escolar, mas, desde cedo foi encaminhado pela mãe na sabedoria dos santos e no amor à Mãe do Céu. Jesus presente no sacrário e Maria serão por toda sua vida os dois grandes amores de seu coração.

Como era o mais velho dos irmãos, trabalhava com o pai na roça e acrescentava ao sacriffcio do trabalho, jejuns e penitências. Aos vinte anos entrou na ordem dos frades menores capuchinhos, cumprindo assim uma promessa feita por ocasião de uma grave doença.

Durante o noviciado viveu com fervor o silêncio, a observância fiel de todas as austeridades; a prontidão no trabalho, a humildade, a simplicidade e a caridade para com os irmãos, eram sinais da genuinidade do seu espírito de penitência e oração.

No final do noviciado surgiu porém uma dificuldade: como enfrentar por toda a vida as austeridades da vida capuchinha, em virtude da saúde fraca? Porém, Frei Inácio alcançou de Nossa Senhora uma grande graça e, assim, pôde fazer a profissão e consagrar sua vida a Deus.

Seguiram-se vinte anos de fiel cumprimento do dever preparando-se para a tarefa de irmão esmoleiro na capital da ilha, tarefa pesada e de muita responsabilidade. Por quarenta anos repetiu-se naquela cidade um maravilhoso e exemplo de humildade e de alegria franciscana, que São Félix de Cantalício tinha dado em Roma. Frei Inácio fez deste trabalho um verdadeiro apostolado que produziu muitos frutos.

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2o Festival de Música Indígena

Participação da Comunidade Santa Rosa no 2o Festival de Música Indígena em Belém do Solimões.

2o Festival de Música Indígena

Participação da Comunidade Nova Jerusalém do Maité no 2o Festival de Música Indígena em Belém do Solimões.

Divulgação da 1a Olímpiada Indígena em Belém do Solimões

Divina Pastora

Divina Pastora

divina-pastora Em Sevilha, por volta do ano 1703, era costume realizar-se os rosários populares em procissão pelas ruas, encabeçadas por um capuchinho de profunda devoção mariana, Frei Isidoro de Sevilha, homônimo do grande doutor da Igreja. Em sonho, ele recebeu uma revelação da imagem da Divina Pastora. Dias depois ele descrevia a imagem a um renomado artista plástico, Miguel Alonso de Tovar que a pintou, segundo a descrição do capuchinho. “No centro e sob a sombra de uma árvore, irradiando de seu rosto divino amor e ternura. A túnica vermelha, o busto coberto até os calcanhares, de branco, amarrado na cintura. Um manto azul no ombro esquerdo contornará seu corpo até o direito. Terá um chapéu pastoril e junto à direita aparecerá o báculo de seu poder. Na mão esquerda sustentará o menino e pousará a mão direita sobre um cordeiro que acolhe em seu regaço. Algumas ovelhas rodearão a Virgem, formando seu rebanho. E todas terão em suas bocas, rosas, símbolos da Ave Maria com que a veneram…” Foi chamada a Divina Pastora das Almas. Continuar a Ler »

Beato Diogo José de Cádiz – presbítero

Beato Diogo José de CádizBeato Diogo José de Cádiz, cujo nome civil era José Francisco João Maria, nasceu em Cádiz, na Espanha, no dia 30 de março de 1743. Seus pais, José Lopez Carmaño e Maria de Ocaña y Garcia, eram de família nobre. Ficou órfão de mãe aos 5 anos de idade e sofreu muito com a madrasta. Ainda criança dizia: “Quando eu for grande, serei capuchinho, anunciarei o Evangelho, pegarei numa cruz e forçarei o mundo a chorar. Quero ser capuchinho, missionário e santo”. Exteriormente tinha todas as qualidades: bela aparência, belo rosto, nobreza de alma e trato afável. Apenas a sua inteligência era meio curta, o que conseguiu superar através de fervorosa oração e esforço pessoal. Os capuchinhos o receberam no noviciado. Continuar a Ler »

DIA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES CAPUCHINHAS

O 2º Domingo da Páscoa foi escolhido para o dia de oração pelas Vocações Capuchinhas, antecedendo o Dia Mundial de Orações pelas Vocações, no 4º Domingo da Páscoa. O objetivo é manter viva a consciência da vocação como Dom de Deus e responsabilidade nossa. E como o próprio Cristo disse:

“A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi ao Senhor da messe que envie operários para sua messe” (Mt 9, 37-38)

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